segunda-feira, agosto 24, 2015

O EXTERMINADOR DO FUTURO: GÊNESIS

ELE VOLTOU

Dessas releituras recentes que estrearam no cinema, essa é a mais fraca.
"Mad Max" e "Jurassic World" souberam que uma trama central simples seria a melhor saída para reanimar uma franquia e cair logo no gosto da crítica e do publico.
Com suas devidas e inevitáveis atualizações, os dois filmes trouxeram um novo fôlego para o que parecia sem solução, além de nunca terem perdido o elo com o passado,  uma boa mistura de melancolia com o que há de melhor que a tecnologia recente pode oferecer.
Mas no caso de "O Exterminador do Futuro: Gênesis" é uma mistureba que só causa má digestão.
Primeiro, a trama se embola e é confusa, e pior, chata. Você se vê não se esforçando para entender as reviravoltas e desdobramentos.
Segundo, os efeitos são bem tradicionais e não te surpreendem. São várias e várias lutas entre robôs que já estamos carecas de saber como é cada movimento.
Tirando o fato que há um exterminador com Arnold Schwarzenegger jovem da época de 1984 contracenando com o já envelhecido ator (um efeito que ficou sim bem bacana), o resto é o feijão com arroz.
Mas, tenho que convir, que a trama no inicio é  bem promissora. 
O interessante de tudo é que há cenas quase refilmadas do clássico de James Cameron e as mudanças e atores diferentes ( Emilia Clack parece sim com Linda Hamilton) não chegam a atrapalhar.
A trama volta para 1984 quando Kyle Reese (Jason Clarcke) volta no tempo para defender Sarah Connor de um exterminador.
Mas tudo esta diferente e Sarah já não é a garçonete fofa e sim uma guerreira amparada pelo exterminador interpretado por Arnold.
Infelizmente tudo começa a descer ralo abaixo quando os personagens decidem viajar novamente no tempo até um futuro próximo, quando a inteligência artificial Skynet esta prestes a exterminar seres humanos.
Nem vale a pena ficar detalhando cada desdobramento, mas tudo fico muito entediante e difícil de engolir cada tramóia nova revelada.

 Quem fica super a vontade é Arnold que parece realmente se divertir no seu papel. E é ele o alívio cômico do filme. 
Enfim, se não é pior que os dois filmes anteriores (A Rebelião das Máquinas e A Salvação) também não chega aos pés do primeiro e do segundo comandados pelo James Cameron e que viraram referência entre as produções de ação.

 NOTA___ 5,0
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