domingo, outubro 26, 2014

V/H/S- VIRAL

DESORDEM

Não consigo entender o que se passou na cabeça das criaturas que decidiram fazer o terceiro filme da franquia "V/H/S".
O natural seria prosseguir com a evolução que a série alcançou com os dois primeiros episódios. 
Entretanto, "Viral" é  desorganizado, sem graça e não tem um resquício do que foi os últimos filmes. A começar pelo 'plot', a trama que é responsável por interligar os curtas-metragens, que de tão desencaixada não cumpre o seu propósito, a de ser a coluna cervical das outras produções.
Se fosse para abandonar o conceito das fitas-cassetes amaldiçoadas era melhor nem terem feito algo como se saiu esse "Viral".

No meio do caos todo, somos apresentados a 3 contos:
Dave: O Grande-  Um mágico com poderes perde o controle da situação quando decide "testar" suas habilidades em incautos. A única graça aqui são os efeitos-especiais discretos mas bem inseridos na história.
Monstros Paralelos- Nacho Vigalondo (do formidável "Crimes Temporais") é o responsável por essa curiosa trama sobre um homem que consegue abrir um portal para um mundo paralelo. Ele e sua versão paralela decidem trocar de lugares e passam um tempo na realidade de cada um. Péssima decisão! Eu acabei gostando mais pelas bizarrices do que pelo clima ou tensão.
Bonestorm- Sem sombra de dúvidas é a pior história dentre todos. Skatistas são perseguidos por esqueletos ambulantes numa vala. Aqui nada funciona, os vilões, o cenário, os protagonistas...
Além desses, era para ter um quarta história que sem explicações acabou ficando de fora.
"Viral" dá saudades de outras antologias similares recentes (os dois ABC da Morte, o segundo V/H/S) por entregar algo tão capenga e desleixado.
Só lamento.
NOTA 3,0
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