quinta-feira, agosto 29, 2013

O GRANDE GATSBY

PEQUENO GRANDE HOMEM

Sempre cito "Moulin Rouge" quando alguém me pergunta qual foi o musical que ascendeu o interesse por esse gênero. É sabido que foi ele o responsável pela onda de novos musicais depois de um tempão no limbo.
Antes de mais nada, seja lá o que ele representa, "Moulin Rouge" é um filmaço.
Foi com isso em mente que fui assistir a nova produção de Baz Luhrmann, a adaptação  "O Grande Gatsby" de F. Scott Fitzgerald.
Não assisti a versão de 1974, estrelada por Robert Redford e Mia Farrow e também não li o livro. portanto fui conferir desgarrado de referencias e comparações, confiando apenas no taco de Luhrmann.
E que decepção! "O Grande Gatsby" sofre do mesmo mal de seu filme anterior "Austrália", pura apatia e falta de conexão com o público.
É um mistério para mim essa falta de energia nessas ultimas produções, será que foram esgotadas todas em "Moulin Rouge"?
Quem é o protagonista é Nick Carraway (Tobey Maguire ) que nos relata quando conheceu o milionário Jay Gatsby (Leonardo DiCaprio, muito bem) e a relação amorosa que teve com sua prima Deisy (Carey Mulligan, outra que esta ótima).
É a deixa para Luhrmann fazer o que sabe de melhor, figurinos extravagantes, cenários fabulosos, fotografia colorida, além de uma trilha sonora atual contrapondo com a época que se passa a história.
No entanto, não há uma ponte direta entre os personagens e o público. Fiquei completamente de fora ao que estava acontecendo, não há chance de se envolver com os sentimentos que Gatsby e os demais.
Em outra palavras, "O Grande Gatsby" acaba se tornando uma produção sem brio, sem sangue correndo nas veias. 
Eu nunca pensei que um dia diria isso mas eu cochilei várias vezes assistindo "O Grande Gatsby". E tédio é algo que não estava na cartilha dos filmes de Bazz Luhrmann. Até então...

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