quarta-feira, agosto 29, 2012

A DAMA DE FERRO

ELA É O DIABO

É redundante dizer que Meryl Streep é uma atriz incrível e que invariavelmente ele sempre salva um filme que poderia ser simplesmente mediano.
Em " A Dama de Ferro" , ela transforma uma produção repleta de falhas, com uma direção burocrática e roteiro esquemático em um filme interessante unicamente por causa de sua estupenda atuação.
Sob a pele de Margareth Thatcher, ela desaparece e se transforma. Injetando nuances insuspeitos no papel da Ex-Primeira-Ministra tanto em sua velhice já acometida pelo Alzheimer quanto na fase aonde ela ocupava o posto da mulher mais temida e amada do Reino Unido.
A brilhante atuação de Streep se sobrepõe aos inúmeros e aborrecidos clichês das cinebiografias.
Alias,  a diretora Phyllida Lloyd (de "Mamma Mia", repetindo a parceria com Streep) preferiu dá apenas "uma geral" nos fatos históricos não se atendo à detalhes.
Fatos importantes como a Guerra das Malvinas ou Crise do Petróleo são passados meio que por cima.  Quem quiser saber mesmo como foi a atripulada liderança de Margareth Thatcher, melhor se ater a alguma bibliografia ou pesquisa  na Internet pois muito pouco se é dito.
O roteiro picotado insiste em retornar a Thatcher demente falando com o marido morto a cada instante, irritando e comprometendo bastante o ritmo do filme.
A solução é apreciar Meryl Streep, ganhadora do Oscar desse ano e merecedora do prêmio.

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