terça-feira, maio 15, 2012

GAINSBOURG

JE T'AIME

Aqui no Brasil, a canção mais conhecida de Serge Gainsbourg é mesmo a “Je t'aime moi non Plus” sempre lembrada quando quer transmitir sensualidade.


Para quem quer descobrir mais sobre a vida do cantor essa cinebiografia nada convencional pode esclarecer alguma coisa, mas é mais do que sabido que o diretor não se ateve a realidade dos fatos. Joann Sfarr (que é também quadrinista ) não quis de maneira nenhuma fazer algo classudo e pomposo, em “Gainsbourg” há traços surrealistas e pitorescos em tudo quando é tipo de cena.

Sugiro que quem quiser saber mais profundamente sobre a vida do cantor, vá à livraria mais próxima e se joga nas páginas de alguma biografia que estiver em alguma estante, mas descobrir o modo de viver de Serge , o maneira como ele olhava e encarava a vida, seus devaneios , porra-louquices e bebedeiras o filme consegue retratar o espírito da irresponsabilidade habilmente.

Serge não era bonito, esquisitão mesmo. O desafio seria encontrar alguém para interpretá-lo sem cair na armadilha de sair caricato.


E palmas para o ator Eric Elmosnino que assusta pela incrível semelhança com o cantor, ele realmente por vezes parece incorporado pela alma do falecido tamanha a imersão de Eric no personagem. Para quem não conhece bem o cantor, vão dá uma olhada em algum vídeo no You tube e vejam se não tenho razão. É uma atuação que não se limita apenas na aparência, ali é o Serge Gainsbourg independente da liberdade poética que o diretor quis dá ao filme.

Outra que rende ótimas cenas é quando surge Brigitte Bardot (interpretada sensualmente pela modelo Laetitia Casta). Ambos tiveram um affair tórrido e escreveram algumas canções bem famosas. “Comic Strip”, “Bonnie & Clide” “Initials BB” e a ultra famosa “Je T’aime..” que causou escândalo na época por sua letra insinuante.

Anos mais tarde a canção foi regravada pela esposa de Serge, Jane Barkin (último filme de Lucy Gordon, pois logo depois se suicidou) e virou hit.

A trajetória de Gainsbourg (sempre fumando o que daria cabo a sua vida ) acabou me surpreendendo por ser contada de uma forma nada ortodoxa.

Pouco vista no cinema em se tratando de figuras icônicas.

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