sexta-feira, março 09, 2012

CÓDIGO FONTE

ATRÁS DO TEMPO

O segundo filme de Duncan Jones (a estréia foi o esquisitão "Lunar") começa prometendo muito, mas acaba morrendo na praia.

É inegável que o moço tem jeito pra coisa. As ótimas tomadas aéreas e os detalhes precisos que Jones capta com sua câmera revelam que o cineasta esta no caminho certo (e bem longe da sombra do pai famoso David Bowie).
Mas faltou novamente um roteiro que mantenha o interesse do inicio ao fim.

“Código Fonte” (aqui no Brasil a distribuidora usou outro título já batidíssimo e me recuso a citá-lo) começa tremendamente interessante.

Acompanhamos primeiramente os últimos minutos de um homem num trem que esta prestes a sofrer um atentado. Na verdade o militar Colter (Jake Gyllenhaal), esta “dentro” do corpo de um dos passageiros, e tem uma missão a cumprir: Descobrir a bomba e quem é o responsável pela explosão.
Essa viagem ao passado foi possível graças a um projeto ultra secreto chamado justamente “Código Fonte”, e esse vai e vem no tempo será quantas vezes preciso até Colter descobrir toda a verdade.

Até aí a premissa é bastante instigante e lembra várias produções bacanas como “Feitiço do Tempo”, “Crimes Temporais”, “Corra Lola, Corra” e por aí vai.

O que me chateou foi a parte final.
Além de não ser impactante, não faz sentido dentro da história.
Sem contar o romance broxante que Colter acaba tendo com Christina, (Michelle Monaghan) uma das passageiras.

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