sexta-feira, abril 15, 2011

FROZEN

ENTRANDO NUMA FRIA

Três jovens ficam presos num teleférico de uma estação de esqui. A partir daí, eles enfrentam o intenso frio, uma alcatéia faminta e as tradicionais desavenças que surgem numa situação-limite como essa. O roteiro como se pode perceber, é simples, nada rebuscado e também não tem nada de original.

Ele pertence a filmes que usam uma situação-limite no tema central, por exemplo, os recentes “Enterrado Vivo” e “127 Horas”, além de uma jóia que na época de seu lançamento foi injustamente taxada como uma mistura de “Tubarão com Bruxa de Blair” chamado “Mar Aberto”, sobre o desespero que toma conta de uma casal quando eles se dão conta que foram deixados para trás em pleno mar aberto envolto em tubarões.
O envolvimento dos personagens + público é perfeito, e o tenso desenrolar da história é mantido devido às interpretações criveis e naturais dos atores.
Infelizmente não é o caso de “Frozen”, os atores são todos meio que conhecidos do público em geral (um dele é Shawn Ashmore, o Homem-de-Gelo (!) da franquia “X-Men”) o que perde um pouco da verossimilhança que a trama exige e também seus personagens são antipáticos, bobocas e com diálogos toscos que não transmitem muita aflição quando a situação fica preta de verdade.
Falta em “Frozen” trazer um envolvimento mais resolvido com o platéia, porque desse jeito que nos importamos com o destino deles. Como são bobocas, mal nos importamos quando por acaso acontece alguma fatalidade, ou senão algum arranhão ou queimadura causada pelo frio acontece.

 E o desfecho “feliz” só reforça uma possível manifestação do Alzheimer em nos fazer esquecer completamente do que acabamos de assistir, pois é sem impacto e chocho.

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2 comentários:

alan disse...

então parece interessante quero assistir hehehe

M. Seiler disse...

sim, dentro do possivel kkkk

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